13.7.17

Em recuperação

Depois de ter cometido a mãe de todas as gafes durante o almoço, desterrei-me para o meu próprio purgatório, controlei a inflação das minhas palavras, estou ainda em ato de contrição. Voltarei a ser o mesmo? O mesmo cometerá outras gafes iguais, se não piores, bem o conheço. Mas ao menos, desse já sei com o que conto. Se me tornar outro, quem me garante que esse não comete gafes mais incríveis, ainda? É que seja eu o que era antes, ou o eu que me torne depois, quem se envergonha com as gafes sou eu, o de agora.